sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
MC's
O Mc Negrone, um dos nomes mais respeitados no movimento, utiliza a música como forma de manifestar sua preocupação com a questão social. Para ele a música é um instrumento de transformação da sociedade. “Minha inspiração é o amor, só quero somar coisas boas para a vida das pessoas. Abrir o coração para o amor e fechar a mente para a ignorância”, diz. Essa é a postura dos Mc's de Hip Hop, para eles escrever música é um hobby onde o retorno financeiro não é o mais importante, mas sim fazer uma letra com conteúdo, agradando o ouvido de quem quer ouvir, não interessa se vão ser 100 ou milhões de pessoas, o importante é passar o pensamento. Hoje os Mc's de Hip Hop no Brasil preferem ficar no anonimato, pois não querem que qualquer um que não conheça a cultura ouça o som só porque é moda, mas sim porque entende o pensamento. Não são simples rimadores, porque rimar é fácil, o difícil é fazer as pessoas pensarem.
RAP
Abreviatura de rythm and poetry (ritmo e poesia). Estilo de música em que um ou mais MCs se apresentam cantando sobre uma base instrumental, a letra falada ou declamada.
O RAP também faz parte do movimento Hip Hop, mas não está inserido apenas nesse contexto. Existem algumas vertentes distintas de RAP.
A diferença dos Mc’s de Rap para Hip Hop
Os Mc’s de rap, conhecidos também como justiceiros, têm como forma de expressão falar da criminalidade, da pobreza e da marginalidade. São totalmente preconceituosos em relação às classes sociais superiores e aos brancos.
Já os Mc’s de Hip Hop, utilizam o estilo RAP, mas preferem escolher temas específicos, desafiando a si próprio, mostrando que conseguem rimar com qualquer tipo de assunto. A intenção é mostrar ao mundo os problemas da sociedade, chamar a atenção para a exclusão social e tentar mudar essa situação.
Porque eles começaram a rimar
Ao invés de cantar, como grupos de rock, eles optaram em declamar, como se estivesse falando para alguém na sua frente. A rima é uma característica da literatura popular, comum. Assim como a poesia de cordel, são “textos” voltados à baixa classe social.
Free-style - improvisar rimando com pessoas ou coisas do momento, passando uma idéia com coerência. Existem até batalhas de free-style, onde o vencedor é aquele que consegue rimar ironizando o outro com mais qualidade.
Beat box - São homens que fazem com a boca o som do isntrumental. É muito comum um grupo de Hip Hop ter um beat box acompanhando, pois podem criar músicas em qualquer lugar.
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Festival de Inverno 2008
O MC Beto se apresentou mostrando o talento e a habilidade que um rapper precisa ter.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Break e BBoys
O break surgiu no final da década de 60, quando o mundo era dominado pela febre da “disco music”, e nenhum outro estilo musical conseguia se propagar. Naquela época já existia o conceito Hip Hop com Dj e Mc, mas ainda faltavam dois elementos cruciais.
A Explosão
A Explosão
O break aliado ao graffiti fez com que o Hip Hop crescesse, pois o apelo visual dos B-boys (como são chamados os dançarinos do break) e do graffiti, popularizava cada dia mais o movimento.
Começaram a se formar grupos de rua que propagavam a cultura. Eles faziam mais ou menos o papel que o videoclipe faz hoje, mas em uma escala muito menor. Isso trazia cada vez mais adeptos ao Hip-Hop.
Os B-Boys
Começaram a se formar grupos de rua que propagavam a cultura. Eles faziam mais ou menos o papel que o videoclipe faz hoje, mas em uma escala muito menor. Isso trazia cada vez mais adeptos ao Hip-Hop.
Os B-Boys
Os B-Boys são os dançarinos do break. Eles realizam com muita elasticidade, ritmo e rapidez, movimentos, às vezes, impossíveis de se imaginar.
Usam roupas largas porque precisam de conforto para realizar os movimentos.
Projeto Social
Com a difusão do break começaram a surgir muitos b-boys e, em uma época de violência, fez com que jovens deixassem o crime para se dedicar ao break porque levavam uma vida praticamente de atleta, com treinamento árduo, boa alimentação, etc.
Começaram a mostrar para o mundo que na rua não havia apenas violência, mas existia uma cultura que ajudava muitas pessoas.
Primeiro Movimento no Brasil
Usam roupas largas porque precisam de conforto para realizar os movimentos.
Projeto Social
Com a difusão do break começaram a surgir muitos b-boys e, em uma época de violência, fez com que jovens deixassem o crime para se dedicar ao break porque levavam uma vida praticamente de atleta, com treinamento árduo, boa alimentação, etc.
Começaram a mostrar para o mundo que na rua não havia apenas violência, mas existia uma cultura que ajudava muitas pessoas.
Primeiro Movimento no Brasil
Com o auxílio da mídia, surgiram grandes B-boys, dj’s e mc’s. Um exemplo do primeiro movimento de Hip Hop no Brasil é a galera que se reunia primeiramente na Rua 24 de Maio, no centro de São Paulo, e que logo depois mudou seu encontro para a São Bento, lugar super conhecido por revelar grandes nomes do Hip Hop nacional, como Nelson Triunfo, o maior b-boy brasileiro (que já chegou a participar da abertura de uma novela global com seus passos), Thaíde, Dj Hum, Racionais, etc.
DJ
A palavra “DJ” vem do inglês “Disc Jockey”, que significa “piloto do disco”. São pessoas responsáveis pela manipulação dos toca-discos.O DJ Kool Herc pensou na utilização de dois toca-discos repetindo o mesmo trecho, que chamam de “breakbeat” (batida) de um vinil. Deste modo, o DJ poderia aumentar e controlar o tempo da música o quanto quisesse.
O “scratch” (movimento que consiste em girar o vinil para frente e para trás com a ponta dos dedos em velocidades variadas) foi criado em 1977, por acaso, pelo DJ Grand Wizard Theodore que disse: “Estava ensaiando no meu quarto, quando mamãe veio me chamar. Segurei o disco para poder ouvi-la, ao fazer aquilo percebi um som diferente no fone. Então comecei a praticar em diferentes pontos do disco procurando o melhor efeito.”
O scratch ficou nos subúrbios por anos até ser “descoberto” pela massa. Nos dias de hoje existem inúmeras formas de se fazer um scratch. Sempre haverá alguém que será influenciado e recriará em cima de algo que já existia.
Grand Master Flash inovou o scratch dando o valor que ele tem hoje e criou o “back to back” (repetição de uma mesma frase nos dois toca-discos).
O DJ é quem comanda as festas, podendo influenciar na animação do ambiente. Existem alguns diálogos populares que são utilizados nessa interação, como por exemplo, a técnica dos escravos norte-americanos chamada de “calling and response” (chamado e resposta). Frases como “Can you feel it?” (você pode sentir isso?), “Say yeah!” (diga yeah!), “Put your hands up in the air!” (jogue suas mãos pra cima!), eram utilizadas para levantar o ânimo nas festas. Até hoje estas frases são mencionadas em músicas e utilizadas nos shows de artistas de todo o mundo.
No começo era o DJ quem fazia as incitações, mas com o tempo as frases foram implementadas e se transformaram em estrofes e depois em letras mais elaboradas. Essa evolução abriu vários outros segmentos dentro do elemento DJ.
Com tantas novas possibilidades, começaram a surgir as competições. Em 1987 o Disco Mix Club (DMC) realizou o primeiro evento, dando o início a diversos outros espalhados pelo mundo.
Hoje um DJ pode realizar performances apresentando os seus conhecimentos no toca-disco; produzir música; tocar em bailes e festas; tocar para um grupo musical (O Rappa, Os Racionais, Limp Bizkit são alguns exemplos); Ele pode construir novas batidas a partir de vinis (beat juggling); pode, ainda, trabalhar em estações de rádio ou programas especializados em Rap.
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Festival de Inverno 2008
Quem esteve presente pode conferir o trabalho de um DJ bem pertinho!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
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